Boleiros

O blog sugere duas dicas de leitura

A primeira, o autor dispensa apresentações. Dentro de campo foi excelente jogador de futebol, fora é tão diferenciado como na época de atleta. O craque Tostão, escreve em jornais de grande circulação do país e é uma referência entre os colunistas esportivos. Na minha opinião o mais brilhante de todos, pois possui uma visão interdisciplinar e aprofundada do esporte que foge ao senso comum.

O livro, “A perfeição não existe” é uma coletânea dos melhores textos publicados pelo autor no jornal Folha de S.Paulo entre 2000 a 2011. Tostão nos presenteia com suas idéias e análises sobre técnica, tática, atuação de jogadores, condutas dos técnicos, é um crítico da politicagem do futebol. Contudo,  até faz referência  e exalta a importância da psicologia do esporte no futebol: Continuar lendo

Real Madrid perdeu para a cabeça

Pênalti não é loteria como diz o senso comum, alguns comentaristas e torcedores, já escrevi sobre isso em post anterior http://psicologianoesporte.com.br/esporte/cobranca-de-penaltis-nao-e-loteria/

Nesse espaço faço um recorte desse post anterior acrescentando fatos novos das cobranças de pênaltis do jogo de hoje da semi-final da Liga dos Campeões da Europa, entre Real Madrd X Bayern de Munique . Os fatores psicológicos  são fundamentias nesses momentos e influenciam sim, positiva ou negativamente. Continuar lendo

Psicologia do Esporte: a bola da vez?

Esse post reproduz a entrevista que concedi ao Jornal do Federal (Conselho Federal de Psicologia – n. 103 – dez 11/jan 12), juntamente com os colegas Katia Rubio e José Rodrigues.

http://www.pol.org.br/pol/cms/pol/publicacoes/jornal/Jornal_Federal_103.html

Na Psicologia do Esporte, psicólogas  e psicólogos podem atuar em diferentes frentes, trabalhando com o esporte para inclusão social ou na preparação de atletas com alto rendimento, que tenham o esporte como profissão ou estejam se preparando para isso. Em ambos os casos, é preciso superar desafios para que a parceria entre Psicologia e Esporte seja vencedora.

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Um esboço da nossa realidade esportiva

O texto de hoje foi publicado no blog Alberto Murray Olímpico e escrito pelo jornalista Plínio Lins. Gostaria que os leitores refletissem seriamente a respeito.

“Eu nunca estive em Cuba, como certamente a quase totalidade dos que estão lendo isto aqui. Mas procuro me informar com fontes em que é possível confiar.
Agora, amigo, se a sua referência para se informar sobre Cuba (e outros assuntos) é a Globo, então esqueça”

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Outro dia comentei sobre a questão do esporte brasileiro depois da ida de Aldo Rebelo para o ministério. Foi sobre a confusão das ONGs. Prometi voltar ao assunto. Então vamos lá.
Os Jogos Pan-Americanos servem para mostrar, a cada quatro anos, como o Brasil está situado no esporte em relação aos outros 45 países das três Américas e do Caribe, nossos vizinhos do lado de cá do Atlântico.
Agora no Pan 2011, ficamos em terceiro lugar em medalhas de ouro. Só fomos superados pelos Estados Unidos e por… Cuba, novamente.
Conquistamos 48 ouros. Eles, 58.
E olhem que desde 1971 (há 40 anos), Cuba sempre esteve em segundo lugar no Pan, nunca caiu para terceiro. Somos, portanto, fregueses de caderninho deles.
Como é possível uma ilhota como Cuba superar o Brasil no esporte? Continuar lendo